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Curso Safo Rio de pilotagem e segurança

Características

O curso safo rio de pilotagem e seguran√ßa em parapente tem como foco melhorar a pilotagem do parapente, atrav√©s de aulas te√≥ricas e exerc√≠cios pr√°ticos, abordando in√ļmeros fatores do funcionamento do parapente em ordem progressiva, do simples ao avan√ßado. Outra caracter√≠stica do curso safo rio √© a individualiza√ß√£o da instru√ß√£o de acordo com o n√≠vel do piloto e o equipamento utilizado pelo mesmo, tornando resultado final individual mais eficiente.

Aulas teóricas

A primeira trata dos conhecimentos teóricos necessários para se realizar o voo rebocado, lançamento de para quedas de emergência, possível pouso na água, características do curso, e as teorias sobre cada exercício são aplicadas antes da execução dos mesmos.

Aulas pr√°ticas

O roteiro prevê entre 4 e 5 voos por piloto, onde os exercícios serão desenvolvidos sempre de acordo com o nível do piloto e o equipamento utilizado. O aluno/piloto estará a todo tempo sob comando do instrutor via rádio.

Requisitos exigidos ao aluno

- Ter licença federativa de piloto desportivo

- Saber decolar e pousar sem assistência

- Parapente e selete homologados

- Para quedas de emergência

- R√°dio VHF

- Capacete

 Introdução

Queremos dar as boas vindas a você que decidiu dar este importante passo na evolução da pilotagem do seu parapente, ou que simplesmente se interessou em saber como é nosso curso e aproveitar a oportunidade para definir com clareza o desenvolvimento e o foco deste curso.

O curso Safo rio de pilotagem e seguran√ßa em parapente enfoca no aperfei√ßoamento da pilotagem, aumentando desta maneira o n√≠vel de seguran√ßa do voo cotidiano do piloto. ESTE N√ÉO √Č UM CURSO DE MANOBRAS EXTREMAS OU UM CURSO DE ACROBACIAS como alguns chamam ou estigmatizam. Todos os exerc√≠cios realizados s√£o usados como ferramenta para reconhecer as diferentes configura√ß√Ķes e rea√ß√Ķes do conjunto asa-piloto. Os exerc√≠cios s√£o ministrados de acordo com o n√≠vel t√©cnico de cada piloto. Da mesma maneira cada voo √© individual e ter√° completa aten√ß√£o do instrutor em cada um destes v√īos.

Não é obrigatório completar todos os exercícios estabelecidos no programa, já que o programa é individual e depende do nível técnico de cada piloto. O instrutor irá desenvolver juntamente com o piloto o roteiro do seu programa, indicando quais exercícios terão o melhor nível de aproveitamento pelo piloto.

Queremos destacar a import√Ęncia da participa√ß√£o do piloto na elabora√ß√£o do seu programa, pois assim o instrutor saber√° quais s√£o as reais necessidades pessoais de aprendizagem, sabendo que cada um aprende de maneira diferente. √Č muito importante o comprometimento do piloto em todas as fases do curso.

Tendo claro os aspectos acima, podemos prosseguir.

Objetivos

Aos pilotos iniciantes ou de menor n√≠vel t√©cnico, formar uma base s√≥lida no que diz respeito √† pilotagem, dando estrutura t√©cnica para sua evolu√ß√£o, restringindo as situa√ß√Ķes desconhecidas. Implantar a cultura da seguran√ßa atrav√©s do conhecimento.

Aos pilotos experientes, avan√ßar mais um passo na evolu√ß√£o que deveria ser natural. Suprimir alguns v√≠cios de pilotagem que com freq√ľ√™ncia podemos verificar, e manter uma rela√ß√£o mais pr√≥xima com situa√ß√Ķes adversas que principalmente os pilotos mais experientes e que se aventuram pelos cross country e em condi√ß√Ķes de voo mais intensas est√£o expostos.

Este curso tem ent√£o como objetivo principal o condicionamento do piloto na pilotagem do parapente em diferentes configura√ß√Ķes, para isto √© interessante observarmos os objetivos em √°reas distintas:

Ainda √© objetivo deste curso abordar os aspectos psicof√≠sicos no que se refere ao comportamento do piloto diante de situa√ß√Ķes adversas e √† utiliza√ß√£o do corpo na pilotagem, uso dos grupos musculares na execu√ß√£o e resolu√ß√£o de cada exerc√≠cio, visando maior efici√™ncia na pilotagem com o menor esfor√ßo.

Comunicação

Neste tipo de curso a comunicação tem papel fundamental, já que a orientação é a base para a execução pratica dos exercícios, neste caso estamos falando da comunicação via rádio VHF. O outro meio de comunicação também importante é a sinalização, os instrutores que estão nas lanchas precisam saber com clareza o que está acontecendo em terra, na decolagem. Vejamos a seguir como os instrutores se comunicarão com o piloto:

Durante o guincho:

O piloto verifica todos os procedimentos de decolagem com reboque e inicia seu voo de ascens√£o. Nesta etapa o instrutor piloteiro (que pilota a lancha de reboque) se comunica com o piloto dando todas as orienta√ß√Ķes necess√°rias.

Ao finalizar o guincho o instrutor piloteiro comanda a desconexão, a partir daí o piloto ficará em comunicação com o instrutor que estará situado na lancha de resgate em local estratégico.

Comunicação com o instrutor

Depois de desconectado, o instrutor dará orientação para o melhor posicionamento para o início dos exercícios.

Estando bem posicionado o piloto recebe orientação sobre o exercício a ser realizado.

Em seguida o piloto recebe orienta√ß√£o para come√ßar o exerc√≠cio, mantendo o monitoramento durante a execu√ß√£o do mesmo e indica as poss√≠veis corre√ß√Ķes.

Existe possibilidade da comunica√ß√£o ficar prejudicada por causa do vento relativo que atrapalha a audi√ß√£o do piloto ou pelo tempo de retardo, neste caso o aluno realiza o exerc√≠cio de acordo com as orienta√ß√Ķes pr√©vias. Ao terminar o exerc√≠cio o piloto aguarda orienta√ß√£o para se posicionar ou iniciar o pr√≥ximo exerc√≠cio.

Existe também a possibilidade de falta de comunicação, seja por falta de bateria no rádio, volume baixo, transmissão entrecortada, etc. Neste caso orientamos a proceder como descrito a seguir.

Falta de comunicação na fase de guincho:

Se o piloto n√£o escuta as orienta√ß√Ķes correspondentes a esta fase, deve continuar seu voo de ascens√£o at√© que a lancha de reboque pare por completo, percebe-se que desaparece a esteira na √°gua e o cabo fica sem tens√£o, o piloto espera cinco segundos e se desconecta.

Falta de comunicação na fase de voo:

Se a comunicação com o instrutor não for clara ou for interrompida, o piloto deve voar estabilizado para a área de pouso.

Se no meio dos exercícios a comunicação é interrompida, o piloto interrompe os exercícios e voa estabilizado para a área de pouso.

Se o piloto interromper a execução dos exercícios por decisão própria, este deve voar estabilizado até a área de pouso.

Procedimentos de decolagem

Importante: Antes de qualquer procedimento de decolagem, é muito importante fazer a completa checagem de todo o equipamento, verificar se a selete está afivelada corretamente e se está equipado com o capacete, manter a concentração é primordial na hora da decolagem.

Primeiro o instrutor piloteiro perguntará se está preso ao cabo, se a comunicação é boa e se você está pronto para decolar.

Se o piloto estiver s√≥ na decolagem e estiver tudo pronto para decolar ele deve fazer um movimento com a cabe√ßa para baixo, sinalizando que est√° pronto. Repita este movimento caso seja solicitado. Normalmente o piloto est√° acompanhado de outro piloto, ent√£o para a comunica√ß√£o ficar mais clara, a pessoa que estiver ajudando a comando do piloto deve erguer o bra√ßo direito uma √ļnica vez, este gesto indicar√° que o piloto est√° pronto.

O piloto só inflará seu parapente quando o instrutor autorizar.

Decolagem com pouco ou sem vento:

O piloto deve se preparar para fazer a decolagem em estilo "alpino" de costas para o velame, a lancha sairá primeiro fazendo pressão no cabo, quando o piloto não conseguir conter a pressão do cabo, o mesmo inicia a corrida para a decolagem (sempre depois de todo o procedimento de autorização para a decolagem).

Decolagem com vento:

O piloto poderá optar pela decolagem em estilo "invertido ou reverso" de frente para o velame, logo, assim que dar a volta deve controlar o parapente sobre a cabeça e espera a tração feita pela lancha.

Pilotagem durante o guincho

Uma boa pilotagem durante o guincho é importante pois desta forma teremos um melhor aproveitamento, subindo mais rápido e ficando mais alto, veja as dicas:

-Mantenha a trajetória indicada pelo instrutor piloteiro.

-N√£o exceder-se nas corre√ß√Ķes para n√£o ziguezaguear de um lado para outro.

-Ao derivar da trajetória notarão que demora a retomar a trajetória correta, pois a reação do parapente fica retardada, mais lenta, e os freios ficam mais duros por estar enganchado.

-Para consertar estas derivas, devemos jogar todo o peso do corpo e colocar um pouco mais de força no comando, ainda devemos lembrar de liberar completamente o freio oposto.

Momento de soltar o cabo

O piloto deve esperar a orientação do instrutor piloteiro para soltar o cabo, caso ele não o faça, o instrutor dará a ordem para que se solte. Caso a comunicação falhe, proceder como no item "falta de comunicação na fase de guincho".

Quebra do cabo

Se ocorrer a quebra do cabo por excesso de pressão ou por fissura em algum ponto, o piloto deverá simplesmente segurar a abatida (pêndulo frontal) acionando simetricamente os freios.

Dependendo do tamanho de cabo preso ao piloto, o instrutor dará orientação para recolher ou soltar o pedaço de cabo.

Relação de exercícios

- Orelhas

- Espiral

- Fechamento assimétrico

- Voo estabilizado com fechamento assimétrico

- Front estol

- Pêndulo pich (golfinho)

- Pêndulo lateral

- Estol de "B"

- Full estol

- Estol assimétrico(negativa)

- Estol estabilizado

Configura√ß√Ķes

Orelhas:

Descrição: Fechamento dos estabilizadores do parapente de forma simétrica de aproximadamente 20% a envergadura da asa.

Execução: A partir da linha de fora do tirante "A" do parapente, segura-se o mais alto possível para ter amplitude, puxando para fora e para baixo até conseguir fechar ambos estabilizadores do parapente. A partir das orelhas é possível atingir resultados como:

- Maior √Ęngulo de ataque

- Maior arrasto induzido

- Maior taxa de afundamento

- Menor velocidade horizontal

- Menor manobrabilidade (j√° que as m√£os est√£o ocupadas)

Espiral

Descri√ß√£o: Giro cont√≠nuo para um dos lados onde a asa pode atingir √Ęngulos superiores a 45¬ļ

Execução: Ação de corpo e freio contínuos para um dos lados até atingir a inclinação desejada. Importante salientar que quanto maior a inclinação maior será a força centrífuga.

Fechamento assimétrico

Descrição: Deformação lateral do bordo de ataque do parapente, normalmente mede-se em porcentagem dependendo da porção da envergadura fechada.

Execução: Pode-se realizar a partir de 2 linhas de fora do comando "A" ou até o comando "A" completo, puxando para baixo e para fora até deformar o bordo de ataque por completo.

Voo estabilizado com fechamento assimétrico

Descrição: Manter o voo estabilizado na direção desejada com parte da asa colapsada.

Execução: realizar o fechamento como descrito no item anterior, porém devemos manter fechado para que não reabra, deste modo controla-se a direção do voo com o corpo e com freio moderado.

Front estol

Descrição: Fechamento completo do bordo de ataque.

Execução: Puxando os dois tirantes "A" para baixo de forma simétrica até que feche completamente o bordo de ataque.

Pêndulo pich ou golfinho

Descrição: Série de movimentos provocados no eixo transversal (pich)

Execução: Realiza-se freando a vela de forma progressiva e simétrica até próximo à velocidade mínima levando a um movimento de subida, no ponto em que essa subida cessa soltamos os freios também simetricamente e rapidamente ocasionando um mergulho.

Pendulo lateral

Descri√ß√£o: S√©rie de movimentos pendulares com mudan√ßa de dire√ß√£o onde a asa trabalha nos tr√™s eixos (pich, roll e yaw) podendo obter inclina√ß√Ķes superiores a 45¬ļ.

Execu√ß√£o: a√ß√Ķes de corpo e freio alternados e com mudan√ßa de dire√ß√£o, com tempo e intensidade progressivos.

Estol de "B"

Descrição: Manobra de descida provocada pela deformação do perfil ao longo da envergadura da asa na linha de ancoragem "B". Este exercício tira o parapente da configuração de voo, e pode-se obter uma taxa de descida de até 8mt/s.

Execução: Puxando para baixo os tirantes "B" de forma simétrica em um só tempo, e mantendo a posição.

Full estol

Descrição: Interrupção do fluxo de ar que passa pelo perfil da asa, ainda é possível observar que o fluxo de ar se inverte durante a realização do estol, então com o parapente em voo normal chamamos fluxo de ar positivo e quando em estol temos o fluxo de ar negativo.

Execução: Com ação progressiva e simétrica dos freios até chegar à velocidade mínima (três tempos), em velocidade mínima o velame vai se estabilizar sobre a cabeça e então continuamos a ação nos freios até atingir 100% de freio (um tempo) mantendo esta posição.

Estol assimétrico ou negativa

Descri√ß√£o: √Č o estol quando ocorre somente em um dos lados da asa, ocasionando um giro sobre um eixo vertical, onde um lado da asa (estolado) gira para tr√°s e o outro gira para frente.

Execução: Aplica-se 100% de freio de um dos lados.

Estol estabilizado

Descrição: Quando o piloto controla o estol de maneira que o velame não fique abatendo atrás ou à frente, o parapente fica estolado, estabilizado sobre a cabeça do piloto.

Execução: A partir do estol, o piloto começa a soltar os freios devagar e simetricamente até que cessem os solavancos característicos do estol, nesse momento, percebe-se, que o velame toma uma forma mais homogênea.

Poss√≠veis complica√ß√Ķes durante a execu√ß√£o dos exerc√≠cios

Fechamento frontal

Pode ocorrer caso o parapente avance com energia, geralmente o parapente reabre sem intervenção do piloto, no caso a intervenção correta seria um comando amplo de um tempo em ambos os freios.

Fechada assimétrica

Ocorre quando o parapente avança assimetricamente, caso a fechada aconteça, pode gerar entrada em giro, no momento em que a fechada ocorre piloto deve reconhecer qual o lado da fechada e mesmo antes do corpo estar sob velame já incliná-lo todo para o lado aberto, e então acionar o freio também do lado aberto para conter a tendência ao giro, porém como todo o conjunto asa piloto está com energia aumentada, é conveniente que não tentemos cortar o giro de imediato, simplesmente não permitir que o giro acelere, salvo se estivermos próximos a relevo ou outras aeronaves.

Gravata

Ocorre quando uma ponta do velame se enrosca nas linhas, neste caso o procedimento é igual ao da fechada assimétrica, e para restabelecer o voo normal é necessário puxar a linha do estabilizador, que na maioria dos parapentes se encontra na parte de for do tirante "B".

Auto rotação

Devemos estar atentos para antecipar este acontecimento, o controlando quando o giro ainda √© suave, ou de prefer√™ncia quando ainda n√£o h√° giro. Caso ocorra devemos colocar 100% do corpo para o lado oposto ao giro a acionar o freio do mesmo lado, Estas duas a√ß√Ķes v√£o necessitar de um tanto de for√ßa consider√°vel devido a for√ßa centr√≠fuga. Em caso de auto rota√ß√£o sem sucesso nas primeiras tentativas de controle, consideraremos esta situa√ß√£o como de EMERG√äNCIA, e imediatamente comandaremos o para quedas de emerg√™ncia, sem titubeios, pois as velocidades se aumentam muito e a perda de altitude √© muito r√°pida.

Lançamento do para quedas de emergência

Sempre que decolamos existe a possibilidade fazermos uso do para quedas de emergência, para fazê-lo com eficiência devemos observar alguns passos importantes:

 Quando utilizar o para quedas de emergência

No geral se você tinha altitude, e dentro do seu nível técnico, esgotou as possibilidades de retomar o voo normal, antes que fique baixo demais, é imperativo o acionamento do para quedas de emergência.

Em colapsos irreversíveis, onde não há o que se tentar para recuperação do voo normal, o para quedas de emergência deve ser acionado de imediato, podemos citar os casos:

- Auto rotação sem sucesso de controle

- twist com gravata e possibilidade de entrada em auto rotação.

- grandes gravatas com possibilidade de entrada em auto rotação.

- Ruptura de partes vitais da asa ou linhas que impossibilite o voo normal.

- Se o piloto cai nas linhas ou no velame.

Como lançar o para quedas de emergência

Localização do acionador

Primeiro, devemos ter claro a localização do acionador (alça), para isto, podemos fazer um condicionamento levando a mão ao acionador sem olhar para ele, mesmo antes de decolar enquanto esperamos a nossa vez, podemos fazer isto várias vezes até estarmos condicionados a levar a mão rapidamente ao acionador sem necessariamente olhar para ele.

Técnica de lançamento

Assim que tirar o para quedas de dentro da selete, lançaremos para baixo e para fora com o máximo de força possível, sabemos que em caso de giro forte (auto rotação) a força centrífuga dificulta a ação, neste caso o mais importante é tirá-lo da selete e solta-lo.

Durante a queda

Como a maioria dos para quedas de emergência não é dirigível, deveremos desativar o parapente para que ele não atrapalhe no funcionamento do para quedas gerando pêndulos e consequentemente diminuição da sustentação. Para isto podemos proceder de várias formas, pegando os tirantes "B" e puxando até suprimir toda ação do velame, esta mesma técnica também funciona com os tirantes "D", ou simplesmente enrolando os freios nas mãos várias e puxando como se fosse fazer um estol, em caso de twist, as técnicas acima podem não funcionar, então podemos pegar, acima do twist, uma ou duas linha do tirante "D" e puxar da mesma forma até desativa o velame. O importante é o velame não influenciar o funcionamento do para quedas de emergência.

Aterragem

Para uma aterragem com maior segurança, o que mais se recomenda é a técnica do pára-quedista militar, veja:

- Pernas juntas e semi flexionadas.

- Braços junto ao corpo e preferencialmente cruzados sobre o tórax, pois evita o choque dos joelhos contra o rosto.

- No momento do impacto, as pernas devem tocar o solo primeiro, amortecendo parte do choque e viabilizando o rolamento que pode ser para tr√°s ou para um dos lados.

Considera√ß√Ķes finais

Toda equipe da escola de voo livre Asa de Pano Parapente e do Curso Safo Rio de pilotagem e segurança, deseja e espera que este curso seja uma ferramenta para o aumento do seu nível técnico, trazendo ao seu voo cotidiano consciência do seu nível de pilotagem, e principalmente forneça uma base consistente para você continuar evoluindo com responsabilidade dentro deste esporte tão fascinante que é o voo livre de parapente.

Desejamos a voc√™ piloto, grandes v√īos e seguros pousos.

Equipe Asa de pano/ Safo Rio

 

 

 

 

 

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